terça-feira, 3 de junho de 2025

COMUNICAÇÃO - UMA DAS CHAVES PARA O SUCESSO.

sábado, 26 de abril de 2025

O empreendedorismo e a economia do compartilhamento




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Nesse vídeo sobre empreendedorismo, trouxe um tema super relevante: a economia do compartilhamento.
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LIDERANÇA INCLUSIVA: O FUTURO DAS ORGANIZAÇÕES ESTÁ AQUI!


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EMPREENDEDORISMO E A ECONOMIA DO COMPARTILHAMENTO



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domingo, 10 de março de 2013

Gestão de pessoas, desenvolvimento organizacional, carreiras e outros: As consequências de uma tomada de decisão.

Novo artigo postado. Disponível em Gestão de pessoas, desenvolvimento organizacional, carreiras e outros: As consequências de uma tomada de decisão.:

As consequências de uma tomada de decisão.






Recentemente vivi uma experiência que me levou a fazer algumas reflexões que gostaria de compartilhar com vocês.

No ano passado fiz uma viagem para fora do país e durante o voo nos deparamos com uma tempestade no caminho. A decisão do piloto foi mudar a rota e nos levar para outra cidade. Pousamos de forma segura e somente após algumas horas, quando o fenômeno tinha perdido força, continuamos a nossa viagem.

Não vi ninguém parabenizando o piloto por sua decisão. Pelo contrário, vi um passageiro estressado, gritando com os funcionários da companhia aérea, por que ele ia perder um compromisso importante. Se tivéssemos continuado, talvez ele não perdesse o compromisso: perdesse a vida. Mas isso é só um pequeno detalhe, diante da “importância” do compromisso.

Este ano, voltei para a mesma região e mais uma vez encontramos uma tempestade. Diferentemente do que aconteceu no ano passado, o piloto resolveu prosseguir a viagem. Já voei bastante e entrar em áreas de turbulência não é nenhuma novidade. Entretanto, desta vez foi diferente: sinceramente pensei que não iríamos conseguir sair ilesos daquela situação.

Depois de um longo momento de tensão e apreensão, pousamos. Ao tocar no solo, os passageiros aplaudiram (o que é um costume comum no exterior, quando o pouso é bem realizado) e ao parar totalmente a aeronave, novamente os passageiros aplaudiram (o que não é comum).

Pelo apresentado, ficou claro que para muitos passageiros, o nosso piloto foi um herói! Mas, será que foi realmente? Qual a sua opinião?

Sei que a companhia aérea interfere no que deve ser feito em situações atípicas, mas sei, igualmente, que a decisão final é do piloto. Sei também que vários acidentes aéreos ocorrem porque alguém tomou a decisão de enfrentar essa força da natureza e colocou em risco muitas vidas humanas.

Assim fiquei pensando nas duas situações: na primeira o piloto tomou uma decisão que não foi simpática aos passageiros e todos nós não valorizamos a sua atitude, que passou despercebida. Não agradecemos, não comemoramos, nada fizemos. Naquele momento, a decisão que o piloto tomou era a melhor para nós, mas mesmo assim, agimos como se fosse a obrigação dele.

Na segunda, a decisão do piloto, se não nos colocou em perigo eminente (não tenho conhecimento técnico para afirmar) nos colocou em condição de desconforto, de medo, de tensão. Sofremos os efeitos negativos de uma decisão que ele tomou e mesmo assim, enaltecemos o seu comportamento, o seu desempenho.

Neste caso tudo deu certo, mas, se algo tivesse falhado? Tudo mudaria rapidamente. De herói, ele passaria a bandido; de competente a incompetente. Tudo em fração de segundos.

A mesma situação ocorre nas empresas: o gestor também pode passar de herói a vilão rapidamente.

Estou ciente de que a maneira como as pessoas tomam decisões e a qualidade das escolhas finais, dependem fortemente de suas percepções: percepção de que tem conhecimento suficiente, percepção de que há domínio do equipamento, percepção de que nada falhará, etc. Mas é importante destacar que, muitas vezes, essas percepções não correspondem à realidade e que uma das grandes origens dos erros está no excesso de confiança de quem está tomando a decisão.

Para fortalecer as nossas percepções, o nosso cérebro possui um sistema que conta com três engrenagens que são solicitadas sempre que precisamos decidir sobre algo. Uma representa o desejo de chegar à conclusão mais lógica, a seguinte está ligada a sua própria experiência de vida e a última consulta os seus antepassados.

Como pode ser observado, cada uma delas apresenta uma perspectiva que, necessariamente, não convergem. Neste caso, optamos por aquela que, de acordo com as nossas percepções, se destaca.

Outro ponto a salientar é que, tomar decisões quase sempre implica em correr riscos, já que na maioria das vezes não há como comprovar previamente que a opção será acertada. Algumas vezes, inclusive, a única opção que temos é usar a intuição.

Se você nunca parou para pensar sobre a tomada de decisão, observe que o que vivemos ou experimentamos hoje, é fruto das decisões que tomamos ao longo da nossa vida. Assim, reflita sobre as decisões que você está tomando atualmente. No futuro você estará vivendo as consequências dela.

Portanto, aja corretamente hoje e seja feliz sempre. Que assim seja.


(*) Odilon Medeiros – Consultor em gestão de pessoas, palestrante, professor universitário, mestre em Administração, especialista em Psicologia Organizacional, pós-graduado em Gestão de Equipes, MBA em vendas Contato: om@odilonmedeiros.com.br / www.odilonmedeiros.com.br


NOTA DO AUTOR:
Este artigo poderá ser publicado em qualquer veículo sem que isso represente a necessidade de pagamento ou outras obrigações por quaisquer das partes envolvidas. Entretanto, a empresa ou qualquer pessoa física que faça a publicação, deverá obrigatoriamente citar o autor.




domingo, 17 de fevereiro de 2013

Otimismo em alta: uma ótima maneira para iniciar o ano.


Final de ano é uma época de realizar balanços. Já no início, normalmente começamos a fazer projetos e pensar nas mudanças que pretendemos fazer na nossa vida. E para contribuir com essas mudanças, proponho que coloquemos mais otimismo no nosso cotidiano.

Será que temos razão para isso?

De acordo com o barômetro global de esperança e felicidade, pesquisa realizada mundialmente pela WIN-Gallup International Association, que é a maior rede independente do mundo de pesquisas de opinião, com resultados bem fresquinhos já que foi apresentada no dia 30 de dezembro de 2012, 35% da população do mundo, ou seja, a maioria das pessoas está esperançosa sobre as perspectivas econômicas para 2013. É importante destacar que pesquisa envolveu 55.817 homens e mulheres de 54 países. Estariam todas elas erradas?

Algum incrédulo pode até dizer que estamos falando de expectativa e que entre a expectativa e a possibilidade de concretização há uma distancia muito grande. É verdade, mas é verdade também que essa visão contrária é uma estratégia do cérebro humano para a motivação, que, cientificamente falando, chama-se de “viés otimista”. Em outras palavras, é a tendência dos nossos neurônios de pender para o otimismo ao projetar o futuro.

O escritor científico Matt Ridley afirma que “o mundo nunca foi um lugar tão bom para se viver” e consegue listar 23 razões para fortalecer a teoria. Algumas das quais quebram paradigmas. Por exemplo, ele afirma que os ricos estão mais ricos, mas que os pobres hoje têm muito mais qualidade de vida. Em sua opinião, mundialmente falando, em 20 anos essa classe social dobrou o consumo, hoje os chineses vivem 28 anos a mais que há 50 anos e os nigerianos são duas vezes mais ricos e também vivem mais.

Ridley fala ainda que há muito interesse no pessimismo. Segundo ele, nenhuma instituição beneficente conseguiria auxilio se informasse que estava tudo bem e que boas notícias não dão manchetes. Será?

Até agora só discutimos sobre o lado racional do otimismo. Mas será que a ciência fala algo sobre o lado emocional? Fala sim. Em um deles, realizado no Instituto de Saúde Mental, na Holanda, com 545 participantes, constatou-se que em homens que acreditavam na realização dos seus projetos, houve redução de até 50% nas mortes por males cardiovasculares. Para o líder do trabalho, “essa postura provavelmente estimula o organismo a liberar substâncias como a serotonina e a dopamina, que afastam o nervosismo e protegem os vasos”.

No caso das mulheres, estudos realizados durante oito anos por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, que acompanharam quase 100 mil mulheres durante oito anos, comprovaram que as otimistas apresentam um risco 9% menor de desenvolver problemas cardíacos e 14% menos probabilidade de morrer devido a qualquer outra doença sem ser do coração. A razão disso? “Quem pensa positivo costuma fumar menos, se alimentar melhor e se exercitar mais, sem contar que tem menor tendência a desenvolver depressão, estresse e pressão alta” comenta a autora da pesquisa, Hilary Tindle. 

As pessoas que são espiritualistas afirmam que iniciar qualquer projeto acreditando que dará certo, já possuem grandes possibilidades de desta ideia se concretizar. Mas terá alguém que comece pensando o contrário? Em caso positivo, por que começou?

Além do mais, o otimismo aumenta a autoestima e facilita os relacionamentos. Afinal, quem gosta de conviver com pessimistas?

Só tenha cuidado para não se tornar uma Pollyanna. Lembre-se que é possível ser otimista e obter todos os benefícios oriundos desta postura sem fugir da realidade.

Diante do que foi dito, que balanço você faz da sua vida? Ano a ano a sua condição de vida está melhorando também? Sim? Ótimo. Não? Seja sincero, você está contribuindo para mudar esse cenário?

Aproveite que o ano está começando, faça um balanço, elabore um plano de ação com metas possíveis de serem alcançadas.

Lembre-se que o mundo vai ter a cor que você escolher. Procure ser feliz. Que assim seja!



(*) Odilon Medeiros – Consultor em gestão de pessoas, palestrante, professor universitário, mestre em Administração, especialista em Psicologia Organizacional, pós-graduado em Gestão de Equipes, MBA em vendas Contato: om@odilonmedeiros.com.br / www.odilonmedeiros.com.br

NOTA DO AUTOR:
Este artigo poderá ser publicado em qualquer veículo sem que isso represente a necessidade de pagamento ou outras obrigações por quaisquer das partes envolvidas. Entretanto, a empresa ou qualquer pessoa física que faça a publicação, deverá obrigatoriamente citar o autor.